Toda decisão de crédito repousa sobre demonstrativos produzidos por terceiros.
Instituições de crédito recebem demonstrações financeiras em fluxo contínuo, e cada decisão depende da confiança em números apurados fora de casa. O trabalho não se encerra numa leitura: exige estabelecer a confiabilidade de cada demonstração, apurar a capacidade de pagamento e reavaliar o risco a cada novo demonstrativo — para toda a carteira.
A análise que uma decisão de crédito exige.
Informação sobre a qual decidir
Cada demonstração é avaliada quanto à consistência antes da análise, de modo que a leitura repousa sobre números que se sustentam. Para análise periódica de empresas.
A leitura de crédito, período a período
Liquidez, alavancagem, cobertura de juros, geração de caixa e prazos médios computados a cada demonstrativo. Onde a análise aprofunda, endividamento líquido sobre EBITDA e capacidade de serviço da dívida — a trajetória do tomador visível na série histórica.
Tomadores comparáveis entre si
Porque toda a carteira é lida sob o mesmo critério, os tomadores tornam-se comparáveis, e a evolução de cada um é acompanhada período a período, com o desvio sinalizado quando um indicador se deteriora.
Avaliado na entrada, comparável na carteira.
A demonstração do tomador é carregada e avaliada quanto à confiabilidade na entrada, de modo que um número repousa sobre informação que se sustenta antes de embasar a decisão.
Cada índice remonta ao demonstrativo analisado de origem, e todos os tomadores são lidos sob o mesmo critério. É o que sustenta um parecer de crédito quando a origem de um número é questionada em comitê.

Produzidos nos formatos que a decisão exige.
Veja em um caso real.
Numa demonstração analisamos o demonstrativo de um tomador, calculamos os índices e mostramos o Ask Cycles operando sobre eles.